Missão Calebe é um projeto que consiste em enviar grupos de jovens a lugares em que há pouco acesso à informações, como dicas de saúde, como deixar de fumar e principalmente sobre a nossa esperança da volta de Jesus. Acreditem, muitos ainda não sabem de coisas tão simples como essas, e esta é a "missão" do calebe: ensinar como viver saudavelmente e mostrar as promessas do nosso querido Jesus, entre elas, a que em breve Ele chegará para resgatar Seus filhos. A Missão ocorre nas férias do mês de julho, podendo ser de 15 ou 21 dias, isso fica à critério da equipe. Uma vez inscrita, a equipe contará com todo o apoio da APlaC, que disponibilizará todo o material necessário, como mochilas para os calebes, bonés, camisetas, estudos bíblicos, convites, canetas e mais...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Missão Calebe 4.0
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Projeto: construir uma igreja em um dia
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Ciência diz por que certas músicas fazem chorar
A ganhadora de seis Grammy’s Adele é famosa por sucessos que fazem todo mundo chorar, como “Someone Like You” e “Rolling in the Deep”. E a ciência tem uma explicação para o fenômeno. É o que conta Michaeleen Doucleff, em sua coluna no The Wall Street Journal. Apesar de a experiência pessoal e a cultura pesarem, pesquisadores descobriram que certas características musicais mexem com as emoções. A melodia correta, combinada com letras de rompimento amoroso e a voz potente de Adele enviam ao cérebro sinais de recompensa.
Há 20 anos, o psicólogo britânico John Sloboda conduziu um experimento que identificou a “appoggiatura”, um tipo de nota musical constante em músicas que emocionam. Essa nota se choca com a melodia e cria um som dissonante, isso cria tensão no ouvinte, contou Martin Guhn, psicólogo da Universidade de Columbia, que co-escreveu um estudo em 2007 sobre o assunto. “Quando as notas retornam à melodia anterior, a tensão é resolvida, e é bom.”Em seu estudo, o psicólogo descobriu que as músicas que fazem chorar compartilham pelo menos quatro características: elas começam suavemente e depois se tornam altas; incluem a entrada abrupta de uma nova “voz”, seja um instrumento ou harmonia; elas expandem a frequência tocada e têm desvios inesperados na melodia e harmonia.
Doucleff diz no texto que quando a música de repente quebra seu padrão esperado, nosso sistema nervoso simpático entra em alerta máximo, nosso coração acelera e começamos a suar. Dependendo do contexto, interpretamos esse estado de excitação como positivo ou negativo, feliz ou triste.
Um estudo no ano passado de Robert Zatorre e sua equipe de neurocientistas da Universidade McGill relatou que músicas emocionalmente intensas liberam dopamina nos centros de prazer e recompensa do cérebro, semelhante aos efeitos da comida, sexo e drogas. Isso nos faz sentir bem e nos motiva a repetir o comportamento.
Para medir as respostas dos ouvintes, a equipe descobriu que o número de arrepios estava correlacionado com a quantidade de dopamina liberada, mesmo quando a música era muito triste.
Nota por Michelson Borges: Cada vez mais pesquisas demonstram que a música tem realmente poder viciante. É bom lembrar que, como neurotransmissor, a dopamina é neutra. Ela dará prazer, independentemente da fonte desse prazer. Cabe ao apreciador da música (ou da comida, ou do sexo, etc.) escolher sabiamente que tipo de música (comida, relacionamento, etc.) será associado ao prazer em sua mente. Se apenas (ou principalmente) ouvir rock, por exemplo, a pessoa ficará dopaminicamente viciada nesse estilo musical, assim como ficará viciada em pornografia, se tiver contato constante com esse tipo de material; ou não conseguirá mais comer alimentos que não sejam fortemente adoçados, pelo mesmo motivo – o vício. Assim, nossas escolhas diárias determinam a que tipo de comportamento ficaremos ligados.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Como estrelas na Terra
“Como Estrelas na Terra” revela extrema sensibilidade e consegue captar a magia do universo infantil, mostrando que crianças são crianças em qualquer lugar do mundo. A história é centrada em Ishaan Awasthi, de 8 ou 9 anos de idade, que sofre com dislexia, dificuldade de aprendizado e, pior, incompreensão. O filme contrasta o mundo massificante orientado para o capitalismo com a valorização do indivíduo, com suas diferenças, virtudes e defeitos.
Incapazes de lidar com o “filho problema”, os pais de Ishaan resolvem matriculá-lo num colégio interno. Ali o garoto se fecha ainda mais em seu mundo depressivo. Com saudades da família e oprimido por professores insensíveis, o menino começa a “morrer” aos poucos.
Mas tudo muda quando um professor de arte substituto chega ao colégio e percebe que há algo de errado com Ishaan. Tem início, então, a aventura de “ressuscitar” o garoto que, na verdade, se revela um gênio da pintura.
É um filme emocionante, bem feito e que vale a pena ser visto por toda a família.
Michelson Borges Leia Mais…
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Erros Fatais

(Clique no título para visualizar a lição da semana)
Mas, depois disto, sua história tomou um rumo diferente...
Deus havia dado, através de Moisés, um “manual” para todo aquele que viesse a reinar. E parece que Salomão o leu e foi fazendo exatamente o oposto do que deveria fazer.
1º. Não multiplicar mulheres (Deut. 17:17) – ele teve 700 princesas e 300 concubinas (I Reis 11:3)
2º. Não multiplicar cavalos – ele teve 40 mil cavalos e 12 mil cavaleiros ( I Reis 4:26)
3º. Não multiplicar prata e ouro – teve prata e ouro em Jerusalém como pedras (II Cron. 1:15)
Ninguém muda tão depressa. O que aconteceu que fez com que aquele nobre e humilde príncipe tão disposto a servir a Deus e a sua nação, desobedecesse francamente?
O primeiro passo desacertado de desobediência foi casar-se com a filha de faraó.
Deus sempre proibiu o casamento com infiéis, mas quando ela se converteu e passou a adorar o verdadeiro Deus, na visão humana, isso foi uma bênção.
Mas isto fez com que Salomão enfraquecesse sua confiança em Deus e aumentasse sua confiança em si mesmo. Se ele conseguira conquistar uma, poderia conquistar outras também.
Então passou a executar o propósito de Deus à sua maneira.
Abandonou os mandamentos de Deus em favor dos costumes dos povos ao redor.
“Dominado por subjugante desejo de superar outras nações em exibições exteriores...
procurando glorificar-se a si mesmo perante o mundo, vendeu sua honra e integridade (PR, 55)
Cada vez mais o rei apreciava o luxo, a consideração pessoal e o favor do mundo como indicações de grandeza.
Mulheres belas e atrativas foram trazidas... Fascinado com sua beleza, negligenciou os
deveres para com Deus e com seu reino.
Suas esposas exerciam forte influência sobre ele... (até que uniu-se) a elas em seus cultos
(PR, 56)
No lado oposto do templo, no Monte das Oliveiras, ergueu um imponente bloco de edifícios para serem usados como santuários idólatras. (PR, 57). Teve sua consciência cauterizada a ponto de permitir nestes cultos, o sacrifício de crianças, ritos licenciosos e revoltantes. ( PR, 58)
Pense: Salomão “procurou, mas a que preço, unir a luz com as trevas, o bem com o mal, a pureza com a impureza, Cristo e Belial!” (PR, 58) “Não se juntem com descrentes para trabalhar com eles. Pois como é que o certo pode ter alguma coisa a ver com o errado? Como é que a luz e a escuridão podem viver juntas? Como podem Cristo e o Diabo estar de acordo? O que é que um cristão e um descrente têm em comum?”II Cor. 6:14-15
Decisão: “Salomão tornou-se um libertino, instrumento e escravo de outros. Seu caráter, outrora nobre e viril, tornou-se debilitado e efeminado. Sua fé no Deus vivo foi suplantada por dúvidas ateístas. Pouco pode Deus fazer por homens que perdem o senso de dependência dEle. O rei havia unido seus interesses com instrumentalidades satânicas.” (PR, 58)
Se até o mais sábio homem não resistiu quando casou-se com infiéis, você deveria...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Loucura humana
“O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”(I Coríntios 2:14).
Infelizmente nossa caminhada cristã nem sempre é crescente. Os altos e baixos de nossa vida espiritual podem nos desanimar profundamente durante o nosso caminho. Desde o começo do mundo vemos o povo de Deus desviando-se e voltando ao caminho que o Senhor designou a Eles.
Naturalmente nós não iremos vencer o pecado. Naturalmente não amaremos a Deus de todo o nosso coração, pois estamos alienados a ele. Como o versículo de hoje revela, não aceitamos as coisas do Espírito. Em nós habita a loucura humana. Porém, o mesmo versículo aponta uma solução. As coisas espirituais podem ser discernidas espiritualmente. Uma pessoa, só pode tornar-se espiritual quando segue e imita Alguém espiritual. Não basta apenas reconhecermos o caráter de Deus e Seu amor, se esse reconhecimento não provocar nenhuma mudança sólida, significativa em nós.
Antigamente, a loucura era tratada como um demônio que possuía pessoas. Acreditavam que a loucura era contagiosa e os loucos eram tratados como desumanos. Ah, mas glória a Deus, porque Ele tem poder para nos trazer de volta a sanidade. O caminho estreito é o caminho que nos levará ao céu. Deus não nos deixará solitários, à mercê de nossa loucura humana. À nossa disposição está o Espírito de Deus, não importa o que você tenha feito. Lembre-se que o desejo de ser bom não basta!
Pense: “As coisas do mundo não as satisfazem mais. O Espírito de Deus insiste com elas para que busquem aquilo que de fato pode trazer paz e descanso – a graça de Cristo e a alegria da santidade” (Caminho a Cristo, p. 25).
Desafio: Você sabe qual é o caminho estreito. Que tal deixarmos nossa loucura humana e começar a andar nele?







